31 Ago 2008 - 04:14:55
Experiência com animais "in Natura"
Esta semana, uma fonte minha, que é uma defensora enlouquecida dos direitos dos animais (a frente até mesmo das pessoas, diga-se de passagem), enviou um e-mail para a Avon e para a Natura, com a mesma curiosa acusação: maus-tratos contra os pobres dos bichinhos!
O e-mail repercutiu negativamente sobre as imagens eco-certinhas (eu inventei este termo, não ponha em sua redação da faculdade!) da Natura e da Avon, que, em resposta, afirmaram não mais fazer uso deste tipo de "tecnologia" (parece coisa de filme, mas ainda fazem este tipo de coisa...). Os dois tiranos (puxa agora peguei pesado! Fecha a boca que tem mais) alegaram não mas usar os doces animaizinhos (espere! Ainda não suspire murmurando "puxa! que bom"), no lugar disso, utilzam-se de pesquisas em células (de que e/ou de quem não especificam ao certo), além de contar com a gentil contribuição de voluntários humanos sem amor à pele e à vida!

Interessado no assunto e me coçando - que desculpem-me os voluntários, pelo trocadilho - de vontade de ver o circo pegar fogo, pesquisei mais sobre as tortura...empresas, que investem fundo nesse tipo de pesquisa. Entre eles, podemos citar a simpática Unilever (sim, aquela dos comerciais que você assiste e que mostram uma cambada de figurantes contentes o tempo inteiro na televisão), dona de produtos populares como os xampús Seda, o sabão em pó Omo, os "odorizantes" (sim, pois eles põem cheiro onde tem cadáveres!) Rexona,
os sabonetes Vinólia e Lux, o sabão em pó Surf, o detergente Minerva, e se bobear até as calcinhas da sua tia Maria, pois os caras vão do caldo Knorr (knorgh!) até o sabonete Dove. Tudo isso (exceto a calcinha da tia Maria), passa por algum tipo de teste, seja de teor de corantes, produtos quimicamente irritantes u qualquer coisa que possa causar danos ao consumidor, porém, pra salvar nossa pele, quem paga é um rato ou um outro animal qualquer.

O e-mail foi "inocentemente" divulgado para amigos próximos,
que curiosamente também têm amigos próximos e que também tem amigos próximos e...Bom, você entendeu, não é?
Então, se tornou uma corrente contra os produtos da Unilever (cito esta, pois, foi a que mais repercutiu). Pessoas enviavam fotos, outras depoimentos, experiências, combinãções perigosas, fotos de sogra, tudo foi válido e o mais
para o boicote dos produto e o pior de tudo (ou melhor): foi "vagabundescamente" testado por um grupo de amigos, constatando que as reações mais adversas podems ser obtidas em combinações de alguns produtos. Em nota (foi um e-mail, mas falei nota pra ficar mais elegante!) a Unilever disse que os produtos não são testados simultaneamente e que a combinação de alguns componentes, pode sim, vir a trazer danos à saúde do consumidor e que, em outras palavras, está defecando e andando para este.

Segundo os porta-vozes (tá bom...fiz de novo...segundo o cara que retornou o e-mail), a Unilever não pode se responsabilizar pelo uso inadequado de seus produtos. Mas aí sou obrigado a questionar: alguém aí já viu instrução de uso em embalagem de sabonete?!?!!? Como é que a gente sabe que tá usando certo?!?!!?
Em segunda tentativa de "intimidar" nossa equipe (formada por uma menina, que mandou o e-mail do trabalho dela), a Unilever buscou amenizar a situação afirmando que não mais utilzava-se de animais para experimentos e sim de voluntários humanos,
mas admitiu (sem perceber) contribuir indiretamente com essas pesquisas já que utilizava matéria-prima (se é prima, deve ser filha da tia Maria) de fornecedores que fazem esse tipo de pesquisa. No entanto, quando questionada, a Unilever defendeu-se dizendo que estava ao seu alcance, "apenas incentivar seus parceiros a não mais utilizar-se deste método". Quando novamente questionados sobre o fato de, este método incluir não mais comprar produtos deste fornecedor, a Unilever (que deve ter ficado com cara de tacho) novamente admitiu que não "corta laços" com este tipo de gentalha
e continua enriquecendo-os e "subsidiando" as pesquisas.
Creio que o Sr. Unilever (perdoe-me, não sei o(s) nome(s) do(s) dono(s) ou acionistas dessa espelunca) deve dormir sossegado pensando que não faz experiências com animais, apenas compra de quem faz...Ufa! Ainda bem...
Amanhã acho que poderemos dizer que quem compra dos traficantes de drogas é gente boa, pois o mau caráter é só o cara que faz as maldades (isso foi bastante sarcástico, tá? Não vai pensar que estou fazendo apologia ao tráfico...)
Em verdade, talvez hoje ou amanhã, você receba em sua caixa de e-mail, uma mensagem que trate de uma dessas empresas sérias (háháhá) e fale sobre isto que, por antecedência está lendo aqui. Saiba então que (se mantiverem o formato riginal dos e-mails repassados a eles), as mensagem são em sua totalidade, verdade e que você e eu, contrinuímos e muito para uma atividade não ilícita, mas vergonhosa,
pois somos os primeiros seres da história (ao menos até onde sabemos), que utilizam outras espécies para testar produtos que beneficiem somente a nós...e o pior de tudo é que os cientistas que comandam este circo dos horrores, não são vilões malucos dos desenhos dos Super-Amigos (ou da Liga da Justiça, se preferir)...Eles são bem reais e sãos, com diplomas na parede e tudo mais!
Não pediria a você, que deixasse de usar tudo deles, feito por eles, ou distribuído por eles, mas posso pedir que faça uma forcinha e passe adiante a mensagem, para que eles sintam na pele (essa foi sem querer, pessoal do volutariado da Unilever!) que a galera está de olho e sabe o que se passa lá dentro.E se começarem a parecer trabalhadores com sovacos apodrecidos nos transportes coletivos, peço que não culpem este artigo, pois banho ainda é permitido viu galera!

E se alguém, ligado a Unilever, a Natura ou qualquer outra empresa, passar por aqui, só tenho uma mensagem a deixar a vocês:

os sabonetes Vinólia e Lux, o sabão em pó Surf, o detergente Minerva, e se bobear até as calcinhas da sua tia Maria, pois os caras vão do caldo Knorr (knorgh!) até o sabonete Dove. Tudo isso (exceto a calcinha da tia Maria), passa por algum tipo de teste, seja de teor de corantes, produtos quimicamente irritantes u qualquer coisa que possa causar danos ao consumidor, porém, pra salvar nossa pele, quem paga é um rato ou um outro animal qualquer.

O e-mail foi "inocentemente" divulgado para amigos próximos,
que curiosamente também têm amigos próximos e que também tem amigos próximos e...Bom, você entendeu, não é?
Então, se tornou uma corrente contra os produtos da Unilever (cito esta, pois, foi a que mais repercutiu). Pessoas enviavam fotos, outras depoimentos, experiências, combinãções perigosas, fotos de sogra, tudo foi válido e o mais
para o boicote dos produto e o pior de tudo (ou melhor): foi "vagabundescamente" testado por um grupo de amigos, constatando que as reações mais adversas podems ser obtidas em combinações de alguns produtos. Em nota (foi um e-mail, mas falei nota pra ficar mais elegante!) a Unilever disse que os produtos não são testados simultaneamente e que a combinação de alguns componentes, pode sim, vir a trazer danos à saúde do consumidor e que, em outras palavras, está defecando e andando para este.

Segundo os porta-vozes (tá bom...fiz de novo...segundo o cara que retornou o e-mail), a Unilever não pode se responsabilizar pelo uso inadequado de seus produtos. Mas aí sou obrigado a questionar: alguém aí já viu instrução de uso em embalagem de sabonete?!?!!? Como é que a gente sabe que tá usando certo?!?!!?
Em segunda tentativa de "intimidar" nossa equipe (formada por uma menina, que mandou o e-mail do trabalho dela), a Unilever buscou amenizar a situação afirmando que não mais utilzava-se de animais para experimentos e sim de voluntários humanos,
mas admitiu (sem perceber) contribuir indiretamente com essas pesquisas já que utilizava matéria-prima (se é prima, deve ser filha da tia Maria) de fornecedores que fazem esse tipo de pesquisa. No entanto, quando questionada, a Unilever defendeu-se dizendo que estava ao seu alcance, "apenas incentivar seus parceiros a não mais utilizar-se deste método". Quando novamente questionados sobre o fato de, este método incluir não mais comprar produtos deste fornecedor, a Unilever (que deve ter ficado com cara de tacho) novamente admitiu que não "corta laços" com este tipo de gentalha
e continua enriquecendo-os e "subsidiando" as pesquisas.
Creio que o Sr. Unilever (perdoe-me, não sei o(s) nome(s) do(s) dono(s) ou acionistas dessa espelunca) deve dormir sossegado pensando que não faz experiências com animais, apenas compra de quem faz...Ufa! Ainda bem...
Amanhã acho que poderemos dizer que quem compra dos traficantes de drogas é gente boa, pois o mau caráter é só o cara que faz as maldades (isso foi bastante sarcástico, tá? Não vai pensar que estou fazendo apologia ao tráfico...)
Em verdade, talvez hoje ou amanhã, você receba em sua caixa de e-mail, uma mensagem que trate de uma dessas empresas sérias (háháhá) e fale sobre isto que, por antecedência está lendo aqui. Saiba então que (se mantiverem o formato riginal dos e-mails repassados a eles), as mensagem são em sua totalidade, verdade e que você e eu, contrinuímos e muito para uma atividade não ilícita, mas vergonhosa,
pois somos os primeiros seres da história (ao menos até onde sabemos), que utilizam outras espécies para testar produtos que beneficiem somente a nós...e o pior de tudo é que os cientistas que comandam este circo dos horrores, não são vilões malucos dos desenhos dos Super-Amigos (ou da Liga da Justiça, se preferir)...Eles são bem reais e sãos, com diplomas na parede e tudo mais!
Não pediria a você, que deixasse de usar tudo deles, feito por eles, ou distribuído por eles, mas posso pedir que faça uma forcinha e passe adiante a mensagem, para que eles sintam na pele (essa foi sem querer, pessoal do volutariado da Unilever!) que a galera está de olho e sabe o que se passa lá dentro.E se começarem a parecer trabalhadores com sovacos apodrecidos nos transportes coletivos, peço que não culpem este artigo, pois banho ainda é permitido viu galera!

E se alguém, ligado a Unilever, a Natura ou qualquer outra empresa, passar por aqui, só tenho uma mensagem a deixar a vocês:
Avon se catar!
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